Com o split payment, o imposto (CBS e IBS) passa a ser separado e recolhido na hora em que o pagamento é liquidado — o que entra na conta da empresa já vem líquido. Este checklist mostra, ponto a ponto, o quanto o seu negócio está preparado.

Por que agora: 2026 é o ano de teste — não há split payment ainda. Em 2027, ele começa de forma facultativa no B2B (Pix, TED, boleto e TEF). A obrigatoriedade no B2B e a extensão ao consumidor final vêm depois, sem datas definidas. Esta é a janela para ajustar sem custo de erro.

Como usar: percorra os 6 blocos e marque Sim / Não / Não sei. Todo "Não" e todo "Não sei" é um ponto a resolver — e o "não sei" costuma ser o mais caro.

1. Caixa e capital de giro

2. Meios de recebimento

3. Sistemas e documentos fiscais

4. Fornecedores e crédito

5. Contratos e formação de preço

6. Pessoas e cronograma

Como ler o resultado: concentre-se primeiro nos blocos 1 (caixa), 3 (sistemas) e 4 (fornecedores e crédito). São os que geram impacto imediato em 2027 — e os que levam mais tempo para ajustar. Se você marcou "Não sei" no bloco 4, comece por ali: o crédito perdido não volta.

Quer transformar este checklist em um plano de ação com prioridades, prazos e revisão de contratos? O escritório acompanha a transição da Reforma Tributária na sua empresa.

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Base legal e normativa

  • EC nº 132/2023; Lei Complementar nº 214/2025 (CBS e IBS; previsão do split payment).
  • Decreto nº 12.955, de 29/04/2026 — Regulamento da CBS (split payment: procedimentos padrão e simplificado).
  • Resolução CGIBS nº 6/2026 — Regulamento do IBS.
  • Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 02, de 27/05/2026 (DOU 08/06/2026) — documentação técnica da Plataforma Pública do Split Payment.

Material de caráter meramente informativo e educativo, em conformidade com o Provimento nº 205/2021 da OAB. A Reforma Tributária está em implementação e as regras podem sofrer alterações. Não substitui a análise do caso concreto, não constitui oferta de serviços nem promete resultados.